• Acompanhamento nutricional

O(a) nutricionista tem papel fundamental no acompanhamento do paciente rumo à cura da obesidade, e deverá prestar toda a orientação necessária para a dieta líquida pós-operatória, sua evolução para a pastosa, e, finalmente, sua transição definitiva para alimentação normal.

O(a) paciente deverá aprender a comer pouco e bem, e optar por alimentos pouco calóricos e com alto teor vitamínico, abandonando hábitos nocivos.

A reeducação alimentar ajudará não só a perder peso, mas também a mantê-lo em patamares adequados por toda a vida. O paciente não está proibido de consumir doces, refrigerantes ou outras guloseimas de vez em quando; porém, esses alimentos não devem fazer parte de sua rotina e a quantidade deve ser controlada.

  • Acompanhamento psicológico

O foco do acompanhamento psicológico deve ser sempre preventivo e educativo. É necessário considerar o aparecimento de novos fatores de estresse, como ansiedade, ciúmes do parceiro, desejo de liberdade etc., após a cirurgia. Além disso, o paciente pode criar expectativas que não serão atingidas com a perda de peso, simplesmente porque dizem respeito a certas frustrações ou imaturidade diante da vida.

  • Prática regular de atividade física

Preferencialmente acompanhada por um educador físico, a inclusão de atividades físicas deve ser rotina na sequência pós-operatória, tanto para auxiliar na melhor perda ponderal como para manutenção do peso perdido a longo prazo.

  • Uso regular de vitaminas deve ser realizado e prescrito por profissional habilitado
  • O uso de medicamentos crônicos deve ser reavaliado por cada médico assistente e discutido em conjunto com o cirurgião

Todas as medidas descritas acima assinalam a importância do acompanhamento regular com o cirurgião e toda equipe envolvida no tratamento da obesidade.

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